8 de outubro de 2012


João 6.56-69 - Estudo / Exegese


“Ao dar-nos sua vida, Deus não apenas se sacrifica por nós, se faz vulnerável à nossa sorte e à nossa história, mas antes nos dá de verdade sua vida divina” (Juan Luiz Segundo)

Introdução:
Vivemos num tempo em que as pessoas têm acesso a várias propostas de salvação. Geralmente a escolha de uma delas restringe-se a uma tentativa, ao provisório. Perdeu-se o controle social, moral, que fomenta opção por uma identidade permanente. Dissolveu-se a necessidade de clareza religiosa.
Esse estudo propõe o tema da confissão de fé. João apresenta Jesus, o pão que desceu do céu, o Santo de Deus, como o alimento para a vida plena. Trata-se de um tema atualíssimo. A pluralidade religiosa e a tendência de encontrar o que há de vir no presente induzem a relativização da opção e da definição histórica do sagrado. A confissão de fé permanece como um desafio. Muitos preferem a generalização e resistem ao convite para fazer a opção e declarar a sua fidelidade ao Deus que tirou o povo da escravidão e que, em Jesus, tornou-se alimento, o Filho do Homem, o Santo de Deus.

Divórcio e Adultério - Mc 10.2-12

Divorcio
Marcos 10. 2-12
E, aproximando-se dele os fariseus, perguntaram-lhe, tentando-o: É lícito ao homem repudiar sua mulher?
Mas ele, respondendo, disse-lhes: Que vos mandou Moisés?
E eles disseram: Moisés permitiu escrever carta de divórcio e repudiar.
E Jesus, respondendo, disse-lhes: Pela dureza dos vossos corações vos deixou ele escrito esse mandamento;
Porém, desde o princípio da criação, Deus os fez macho e fêmea.
Por isso deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher,
E serão os dois uma só carne; e assim já não serão dois, mas uma só carne.
Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.
E em casa tornaram os discípulos a interrogá-lo acerca disto mesmo.
E ele lhes disse: Qualquer que deixar a sua mulher e casar com outra, adultera contra ela.
E, se a mulher deixar a seu marido, e casar com outro, adultera. 
Através deste texto do Evangelho de Marcos somos confrontados  com o tema matrimônio. As alegrias e desgraças da união da mulher com o homem foi motivo de debate de Jesus com os fariseus e com os discípulos. Também naquele tempo o tema era desafiador, controvertido. As dificuldades do homem e da mulher de repartirem a vida como uma só pessoa, uma só carne, fez surgir a LEI já no tempo de Moisés. Por causa do pecado, da dureza dos corações era preciso separar os casais. O regime Patriarcado, pela lei, deu direito ao homem declarar a separação. Mesmo contra a vontade de Deus.

 Sabemos que a união matrimonial, a união e o amor entre a mulher e o homem participam da criação e da missão de Deus. A Bênção Matrimonial torna público a vontade e o compromisso do homem e da mulher em repartir a vida, sob a santificação do trino Deus. De joelhos, diante da família, amigos e de Deus, tornam-se parceiros e assumem um projeto de vida marcado pelo amor e pela fé. Edificam uma relação de reciprocidade, de complementaridade do homem e da mulher que se transforma, a partir dali, em unidade de vida.

Mas, ... Esse projeto de vida não é fácil de ser vivido e mantido. O lar é o palco do amor, onde se constrói sonhos e reparte os desafios e os sofrimentos, mas ao mesmo tempo, é o palco da violência, da loucura humana, seja ela silenciosa ou ruidosa. Conhecemos os índices de violência, de mortes que acontecem nos lares. Conhecemos os índices de separação e divórcios.

27 de julho de 2012

É preciso nascer de novo

Para a minha vida, nas diversas situações, a dádiva do Sacramento do Batismo é fundamental. Aprendo diariamente da explicação de Martim Lutero sobre a dinâmica salvadora de Deus revelada no batismo, essa que nos permite morrer e nascer diariamente para viver dignamente em comunhão com Deus. Lutero ancora sua explicação na palavra bíblica de Tito 3: “... ele nos salvou porque teve compaixão de nós, e não porque nós tivéssemos feito alguma coisa boa. Ele nos salvou por meio do Espírito Santo, que nos lavou, fazendo com que nascêssemos de novo e dando-nos uma nova vida. Deus derramou com generosidade o seu Espírito Santo sobre nós, por meio de Jesus Cristo, o nosso Salvador. E fez isso para que, pela sua graça, nós sejamos aceitos por Deus e recebamos a vida eterna que esperamos.”
Viver diariamente, certos da graça de Deus, com fé, esperança e dignidade, nos aproxima da realidade onde Deus, na cruz, revelou o seu amor e ação salvadora. A graça de Deus nos move em direção a realidade onde as forças e os sinais de vida e morte, beleza e brutalidade humanas estão em movimento. Ali, todos os dias, pelo poder do Espírito Santo, ganhamos novos olhos para ver e novos ouvidos para ouvir. É assim que nos apropriamos do nascer de novo diariamente, que sustenta nossa dignidade, esperança e paixão pela vida. E afasta de nós a indiferença em relação aos perigos e ameaças da morte. Como brisa que chega e alenta, nos dá discernimento para escolher valores, atitudes, caminhos, gestos e espaços que nos aproximam da presença de Deus.
Convido você para continua essa reflexão. Desculpa-me o simplismo, mas assim como precisamos tomar banho todos os dias para nos limpar da poluição e das sujeiras, a ação do Espírito Santo em nos conceder um novo nascimento diariamente indica um limpar-se de contaminações impostas pela mesma realidade de cruz e brutalidade humana. Quais as “sujeiras” que o Espírito Santo lava?
Ontem ao ir ao mercadinho, próximo da minha casa, por volta das 18h30, num momento de chuva e temperatura de 9 graus deparei-me com mais de 20 pessoas de rua mal agasalhadas, algumas usando drogas, outras encostadas nas soleiras das portas de lojas fechadas. Como não esquivar-se desse cenário? Como interagir com dignidade numa cidade em movimento brutal que não cuida da sua gente caída, excluída e exposta a agudo sofrimento?
Assim como eu, centenas de pessoas transeuntes foram contaminadas pelo pecado do descaso, da omissão diretos e indiretos. Comportaram-se com passividade. Demonstraram conivencia com o consenso de que esse problema é social e a solução está nas mãos de outros. Eu e milhões de outros convivem passivamente com modelos de governos municipais, aqui em São Paulo e em outras metrópoles e cidades, que investem recursos financeiros em maior monta para limpar a cidade do lixo comum, construir viadutos e patrocinar eventos do que para cuidar das pessoas ameaçadas e privadas de condições mínimas para viver.
Solitários, em família ou em comunidades permitimos o avanço da brutalidade humana e omitimos apoio e compromisso com as iniciativas que nos aproximam do Deus da justiça e da graça.

À noite, naquele momento que antecede a chegada do sono, ainda sob o impacto do cenário das ruas por onde passei para ir ao mercadinho, pensei: Daqui há dois anos vou morar em uma cidade que não tem pessoas morando nas ruas... Perguntei: A fuga é o único caminho?
Ontem fui dormir enlameado e com vergonha.... Preciso nascer de novo! Quero abraçar a dádiva do Batismo e a apropriar-me da novidade de vida.
Não estou seguro, nunca estamos, nesse processo. Estou certo de que não poderei fugir da realidade. É nela que devo nascer de novo. 
Será que eu sou o único a passar por essa situação?
 

15 de julho de 2012



O mais importante é aquele que serve

A Palavra orientadora de Jesus Cristo, “Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros” (Mt 23.11) convida todos, especialmente as lideranças e os obreiros pastores/as da Igreja, para servirem uns aos outros.Numa sociedade injusta e hierarquizada como a nossa, onde uns valem mais do que os outros, seja pelo dinheiro, pelo poder, pela força, pela cor ou pela violência, é importante deixar-nos tocar pela palavra de Jesus: “Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros” (Mt 23.11). Conforme o Evangelho de Mateus, ela foi dirigida à multidão e aos discípulos. Pelo poder do Espírito e pela fé esta palavra é uma pérola de grande valor nos dias de hoje. Ela denuncia a nossa nefasta escala de valores e propõe uma transformação de comportamento. Convido você para refletir sobre o brilho desta palavra, especialmente para o contexto e ambiente das Igrejas cristãs. Também nas Igrejas, nas relações eclesiásticas e na vida comunitária de fé, esta Palavra de Jesus tem autoridade. Há igrejas cristãs que adotam modelos eclesiológicos verticais, fundamentados na hierarquia e em estratificação estrutural, despidos dos valores do evangelho de Jesus. Há outras Igrejas, no entanto, estruturadas em modelos horizontais, participativos e comunitários. Apesar das diferenças e do avanço de umas em relações a outras, todas necessitam de ouvir e de colocar em prática a orientação de Jesus:“Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros”.

11 de julho de 2012

VOU SAIR POR AÍ 


Vou sair por aí. Vou pro meio da multidão. Estou cansado daqui. Eu quero fugir, viver melhor. Eu preciso de paz. Estou cercado aqui, eu quero viver, as minhas portas só são virtuais.Estou cansado daqui. Eu quero sair. É sede de vida. É fome de paz.Vou sair por aí. Vou pro meio da multidão. Se junto com os outros posso ser menos, um entre todos, quem sabe sou muito mais. Lá nas ruas e praças, becos e parques,  no trem,  no metrô vou viver melhor. Com a multidão que passa e fala, canta e chora  no nosso mundo real.Não sei se vou pra perto ou pra longe de Deus.Onde todos vão juntos, sem rumo, sem nome, com fome de pão e de paz.Não sei se vou pra perto ou pra longe de Deus.Vou pro vale das sombras, das sobras e restos, dos vivos, pro mundo real.Talvez  lá encontro paz. Aprenda um pouco mais. Encontre o pão da  paz. Viva muito mais. 

18 de maio de 2012



Cremos no Deus que caminha ao nosso lado, o Deus conosco - Emanuel. 



Jesus Cristo diz: Não os deixarei órfãos, voltarei para vocês.”  João 14.18


       Ao lermos todo o evangelho de João, em que se encontra essa Palavra da semana, verificamos que Jesus promete a sua presença para quem ama e crê. A morte de Jesus na cruz não significou o abandono de Deus a seu Filho, muito menos que Ele morreu e nos deixou no mundo sem rumo, proteção, orientação, consolo, afastados da comunhão com a vida sagrada e eterna. Ele não nos deixou órfãos. Na cruz Jesus se encontra com a nossa crueldade e vence a morte. E é ressuscitado para permanecer vivo no mundo presente em nossa realidade e em nossa vida.

     Podemos afirmar que Jesus coloca-se ao nosso lado para nos guiar pelos caminhos de todos os dias. Também para nos ajudar a suportar as limitações e celebrar as graças, as bênçãos, as dádivas de vida. Não estamos órfãos. Com Ele descobrimos dons, possibilidades e espaços para experimentar a reconciliação, a paz, um espírito bom, a dignidade de vida.
    Se não estamos abandonados, se a graça de Deus é maior do que os nossos limites e erros, então nos é possível ser fraternos, justos, testemunhas do amor e participantes dos sinais de transformação. Com fé na presença de Jesus entre nós encontramos coragem para servir e viver com esperança e dignidade.
Guilherme Lieven

4 de maio de 2012


Jesus Cristo diz: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”  João 14.6


É difícil conviver com o que é transitório. Pior ainda é descobrir-se provisório. Como ser e viver sempre dependendo, sem o controle de tudo e dos próprios passos? Como ser livre e feliz nessa condição, semelhante a uma eterna criança? Será que a vida é um brinquedo?
Devido os limites da provisoriedade humana, percebida cognitivamente, é comum encontrarmos pessoas que já fizeram muitas experiências religiosas e, por isso, interagiram com uma diversidade de propostas e filosofias também espirituais. Mesmo assim percebe-se nestas pessoas, que vagaram por muitos caminhos, uma sensação de vazio. Onde está o tesouro?
Caminhos são muitos, mas é preciso um para viver - Um caminho que preenche o vazio criado pela transitoriedade. Quem não sabe para onde vai e não acredita que o caminho pode ser uma grandeza que escapa ao seu controle, tal como uma dádiva, mesmo caminhando está perdido.

No vazio somos tentados a ser o caminho em vez do caminhante. O caminho não é nosso, a verdade e a vida também não são. O mapa do tesouro está na escolha de um caminho e caminhar despido de seus próprios, interesses, doenças e poderes. Para isso precisamos da fé. Optar por um caminho que, a princípio, por não ser nosso, pode nos levar a um destino bem diferente daquele que imaginamos.
   As comunidades da IECLB, e as Igrejas cristãs que confessam Jesus Cristo como Senhor e Salvador, anunciam o CAMINHO da vida, O Cristo de Deus, a verdade e a vida. Insistem em denunciar as tentativas dos caminhantes apossarem-se do caminho e, assim, caminharem nos limites dos seus próprios horizontes na tentativa de superar sua dependência. Indubitavelmente ali se encontra o vazio, a arte da loucura humana.
O caminho que Jesus abriu no mundo cria espaço para o “caminhar juntos”; partilhar os fardos; fazer paradas para celebrar e dialogar na “mesa da comunhão”; receber novos caminhantes; chorar e estender o abraço, o ombro, a mão; ajudar e permitir que seja ajudado; despir-se do controle de tudo e interagir com o outro; perdoar e começar de novo; cair e levantar; alegrar-se e não ter medo do novo que está à frente; afinal, o destino é a eternidade que não conhecemos.

Testemunhamos a respeito de um caminhar permanente, em que os traços do final da caminhada já se encontram pelo caminho. A provisoriedade e a dependência da plenitude imprimem liberdade, sentido e alegria. O tempo de caminhada e o próprio caminho escapam do controle humano. Um caminho invisível, visível em toda a Criação por aqueles e aquelas que aceitam o chamado para a peregrinação.  O tesouro de vida sem fim daquele que veio ao mundo da parte de Deus e tornou-se peregrino entre nós e permanece conosco a caminho: Jesus Cristo.
 Guilherme Lieven

17 de abril de 2012

canções


Do tamanho do Céu  
Sempre cantarei a respeito do teu amor
Sempre falarei a tua fidelidade, SenhorSempre guardarei o teu mandamento maiorSempre amarei para viver contigo e melhor.Sei que a tua paz é luz no mundo. A tua fidelidade é do tamanho do céu.Sei que o teu amor durará pra sempre. A tua  misericórdia é pão, vinho e mel.
Sempre chamarei por tua ajuda, SenhorSempre clamarei por tua força, justiça e pazSempre seguirei os teus passos,  Senhor.Sempre louvarei, o meu Deus, o meu bom pastor.Sei que a tua paz é luz no mundo. A tua fidelidade é do tamanho do céu.
 
Sei que o teu amor durará pra sempre. A tua  misericórdia é pão,vinho e mel.


SOCORRO  
/:Ó Deus Eterno, eu te chamo vem me ajudar, todas as manhãs eu chamo por ti.:/
Por que te escondes de mim?  Te escondes de mim?  Te escondes de mim?Será que não sei orar, que não sei olhar, que não sei amar.
/:  Ó Deus meu salvador, eu grito socorro.:/
/: Ouve, Senhor, minha oração, vem me ajudar,  estou sozinho, eu clamo por ti.:/
Será o meu sofrimento, os meus lamentos, que me afastam de ti?Porque eu estou magoado e desesperado eu clamo por ti.
/:  Ó Deus meu salvador, eu grito socorro.:/

12 de abril de 2012

Crer para ver ou ver para crer?


“Jesus disse para Tomé: Você creu porque me viu? Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!”  (João 20.29)
 
Crer para ver ou ver para crer? Tomé disse que só acreditaria em Jesus ressurreto se visse os sinais dos cravos em suas mãos, e se pudesse tocar no seu lado que fora ferido.  A Palavra bíblica da semana apresenta o desafiou feito por Jesus a Tomé: “Jesus disse para Tomé: Você creu porque me viu? Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!”
 A misericórdia de Deus é estendida a nós quando cremos, quando experimentamos a paz e a comunhão com Deus. Podemos ter certeza mesmo quando não vemos. O Espírito Santo nos ajuda a crer, mesmo quando não tocamos ou participamos dos sinais do reino de Cristo ressurreto entre nós.
A misericórdia, a graça e o amor de Deus nos são estendidos mesmo quando  estamos fracos e em crise. Nesses momentos o Espírito Santo, nos restabelece e sustenta a nossa fé.

A dúvida de Tomé foi honesta. Nós também duvidamos. A crise da fé é uma realidade. Nem todas as pessoas crêem sem ver, poucas experimentam sua espiritualidade em paz de espírito.
     Moisés também duvidou da revelação de Deus e do seu chamado para libertar o povo da escravidão no Egito. As profetisas e os profetas também viveram momentos difíceis e necessitaram de revelações concretas para renovarem os compromissos da vocação. Pedro também duvidou ao ser chamado por Jesus para caminhar sobre o mar.
     Crer para ver ou ver para crer? A nossa fé, doada pelo Espírito Santo, abre os nossos olhos para verem a presença da ação salvadora de Jesus Cristo na vida quotidiana e no mundo. Por graça, a comunidade de fé é o espaço privilegiado, onde acontece a partilha dessa experiência da fé, onde são proclamadas as ações maravilhosas de Deus, que reconciliam a Criação, a vida no mundo, com a plenitude da vida sem fim.
     Muitos, no entanto, crêem depois de ver a ação salvífica de Jesus. O apóstolo Paulo, por exemplo, se transformou somente depois de defrontar-se com a revelação de Deus.  Podemos crer para então conseguir ver. Mas também podemos ver primeiro para depois crer. A vontade de Deus é que vivamos reconciliados e em comunhão com ele.
Guilherme Lieven

27 de fevereiro de 2012

Comunhão dos Diferentes


Conhecer melhor um ao outro se tornou fundamental para o relacionamento interpessoal, para a convivência, para realização de projetos em comum, também para viver a fé em comunidade.
                Reunir jovens e apresentar a eles uma dinâmica de vida com os valores da fé, incluindo desafios da vida pessoal e do contexto social exige a visão e a valorização das diferenças. A identidade e o perfil pessoal estão cada vez mais no primeiro plano.
                Atualmente os jovens apropriam-se de interesses, planos, sonhos e esperanças diferenciados, determinados por situações específicas diversas.  Por exemplo, a abordagem de um tema pode ser deslumbrante para um jovem, mas totalmente frustrante para o outro.

Desafios da Igreja nas Metrópoles brasileiras

Entre os desafios das Igrejas na metrópole, em especial, das comunidades da nossa IECLB escolho o teológico: Onde está a Cruz de Cristo nas ...