20 de dezembro de 2025

Lucas 9. 28-36 (três tendas no monte da transfiguração) Marcos 10.35ss (pedido para sentar um ao lado Direito e outro ao lado esquerdo A comunhão cria solidariedade, espaço de vida, sinal da graça, fragmentos da vida plena, antecipação da graça de Deus. Espaços de comunhão, experiências de comunhão são revelações de resistência à idolatria e às forças da morte. Na correria, no dia-a-dia fugimos da cruz. Queremos curar a nós mesmos e construir tendas, flutuar da realidade... Nosso desafio, nosso testemunho, nossa resposta ao amor de Deus cria comunhão ente os que vivem na situação de Cruz, a dor, a perda, a exclusão, a solidão... Não conseguimos experimentar a ressurreição sem assumir a cruz, sem a consciência do pecado e da realidade sem paz, sem pão, sem fé, sem esperança, sem Deus Criar comunhão, espaço de comunhão para as vítimas do pecado , da violência, dos poderes da morte. Em comunhão com Cristo encontram resistência, fortalecimento, consolo, renascimento. O lema do tema do ano, dá-nos o pão nosso de cada dia, pressupõe a realidade sem pão, sem vida – nessa realidade clamamos pelo pão. Reconhecemos a cruz e clamamos por salvação, clamamos comunhão com Deus, clamamos por espaços de vida na realidade de cruz – negamos o mundo virtual, ideal, a fantasia. Com fé, na realidade da cruz clamamos por comunhão, queremos ver o olhar de Deus, a presença de Cristo. Em nosso mundo sem espaço de comunhão, sem a presença do Deus da vida impera a cruz, não há ressurreição

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